segunda-feira, 22 de julho de 2019

Viagem em tempos de abertura de consciência.



O som sai da caixa e chega ondulando até meus ouvidos. Com a consciência expandida pelo chá de ayahuasca, meu corpo todo vibra na frequência de canções que falam sobre amor, respeito e gratidão. Deitado em um colchonete, eu danço com deuses que nunca ouvi falar. Quando os músicos cantam "sinta a vibração do seu coração", meu batimento cardíaco se equaliza com o barulho dos instrumentos. Quando os músicos cantam "sinta o pulsar do Grande Espírito", sinto o movimento frenético de cada célula do meu corpo. Em um ritual com a medicina sagrada dos indígenas, você não ouve a música: você é a música. "Sinto que a gente faz esse tipo de som para nos transformar e para transformar a realidade em que a gente vive", explica o músico Vini Cousso, da banda Madre Terra. "As pessoas que nos ouvem também estão dispostas a isso", completa. O grupo de São Paulo não está sozinho. Ele faz parte de um gênero tímido, a música de rezo, que tem ganhado espaço por meio de ações como o Movimento Canarinho Branco. Ao lado de veteranos como Leal Carvalho e Chandra Lacombe, o maestro Ale de Maria, formado em composição e regência pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), reúne santos, devas, totens e orixás em suas composições. Foi ele que idealizou o termo e o movimento, em Florianópolis, em 2011

"A música de rezo é uma música para os altares. E o altar é o próprio coração"
                          Ale de Maria, maestro.

Ale de Maria lembra que músicas do tipo sempre existiram. "Fazendo um recorte moderno, podemos encontrá-la dentro das práticas de umbanda e Santo Daime, que são religiões genuinamente brasileiras, mas também na MPB, com artistas como Dorival Caymmi, Ari Barroso, Gil, Caetano, Milton Nascimento", explica. É possível também notar o rastro deixado por Roberto Carlos, em canções que abordam Jesus Cristo ou Nossa Senhora Aparecida, e em artistas contemporâneos como Serena Assumpção e Luedji Luna. A diferença para os artistas do movimento, segundo o músico, é que para eles a conexão espiritual vem em primeiro plano, seja falando de deuses hindus, entidades da umbanda, ou tudo junto, por exemplo. Por meio de mensagens positivas, o maestro acredita que a música de rezo tenha a capacidade de promover uma faxina no inconsciente, limpando e rompendo padrões que fazem mal. Para isso, conta com a ajuda do chá indígena feito a partir do cipó jagube e das folhas da planta chacrona: a ayahuasca. A bebida, que tem o uso religioso garantido por lei desde 1986, contém um psicoativo chamado DMT, a dimetiltriptamina. É ele que faz com que as pessoas consigam expandir a consciência e surfar em ondas sonoras sem soar como metáfora. Mas os efeitos do chá vão além das mirações psicodélicas de mandalas, fractais e luzes coloridas comumente relatadas.

CURA DO ASTRAL Em junho de 2018, a equipe da pesquisadora Fernanda Palhano, do Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), publicou um estudo no periódico Psychological Medicine sobre o rápido efeito antidepressivo que a ayahuasca tem em pacientes com depressão profunda e que não respondem a tratamentos convencionais. "Senti a força da ayahuasca me preencher por inteiro, integrei partes que eu nem sabia que existiam em mim", afirma Vini Cousso, que passou por episódios de depressão antes de fazer uso regular do chá e entrar para a Madre Terra. Pensar na possibilidade de cura para o mal que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo a ONU,(Organização das Nações Unidas), não é exagero para os cientistas. "Substâncias psicodélicas como a ayahuasca têm um impacto enorme porque trazem soluções a sofrimentos psíquicos para os quais não existem respostas na psiquiatria tradicional, e nem creio que vá ter", afirma o neurocientista Sidarta Ribeiro, vice-diretor do Instituto do Cérebro. De fato, a última grande novidade da psiquiatria foi a fluoxetina (Prozac), de 1986. A psiquiatria vai ter que começar (e já está) a abraçar a psilocibina [dos cogumelos], o MDMA (metilenodioximetanfetamina), o LSD (ácido lisérgico) e o DMT para tratar de depressão, ansiedade, pessoas com traumas ou próximas do suicídio.
Sidarta Ribeiro,vice-diretor do Instituto do Cérebro da UFRN


Em 2016, os Estados Unidos liberaram os estudos de fase 3 do MDMA, a substância presente no ecstasy, para o tratamento do transtorno de estresse pós-traumático em pacientes como veteranos de guerra e vítimas de abuso sexual. É a última etapa antes da aprovação para uso terapêutico, que deve acontecer em 2021. Até lá, mais pesquisas com seres humanos devem ser feitas, inclusive no Brasil, onde a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já aprovou os estudos. Além disso, pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da USP (Universidade de São Paulo) fazem pesquisas com ibogaína, substância encontrada em uma raiz africana usada pelos pigmeus em seus rituais. para o tratamento de dependentes de crack, cocaína e álcool. Não à toa, o Brasil tem se tornado referência no que os cientistas vêm chamando de renascimento psicodélico, após essas substâncias voltarem a receber atenção - os estudos foram proibidos nos EUA em 1971, como parte da política de guerra às drogas do então presidente americano Richard Nixon, e a medida acabou adotada no resto do mundo.

AS DICAS DO GURU

Mas para o chá (e qualquer outra substância psicodélica) surtir efeito transformador é preciso tomar algumas medidas. Antes de ser expulso da Universidade de Harvard, em 1963, por fazer estudos sobre psicodélicos com alunos e de se tornar o guru da contracultura norte-americana, o psicólogo Timothy Leary criou os conceitos de "set" e "setting", usados até hoje. Para ele, os efeitos benéficos das substâncias dependem do estado mental da pessoa, do seu repertório e do seu humor, ou seja, do "set", bem como do ambiente em que vai acontecer a experiência, o "setting".  É por isso que casos como o de Cadu, que assassinou o cartunista Glauco e seu filho em 2010, se mostram problemáticos - o uso do chá é contra-indicado para pessoas diagnosticadas com esquizofrenia, como o próprio Cadu, com bipolaridade ou que fazem uso de antidepressivos com inibidor de monoamina oxidase (IMAO). É por isso também que as substâncias só devem ser ingeridas em contexto ritualístico ou terapêutico - nunca sozinho ou em festas. Alguém que saiba preparar o ambiente faz toda a diferença. Não por acaso a música é uma peça importante em todas as religiões ayahuasqueiras: das mais tradicionais, como o Santo Daime, a União do Vegetal e a Barquinha, até os rituais indígenas e o xamanismo praticado nas cidades, nos quais a música de rezo cantada por grupos como Madre Terra, União do Arco Íris, Dois Sóis e Saravashivaya se firma. A música é moduladora, ao mesmo tempo em que conduz a experiência, ela cria um setting que ajuda a proteger, delimitar e acolher. Ela faz parte do cenário, traz riqueza e, no caso do Brasil, traz uma cor cultural muito específica em cada uma das tradições. É uma beleza dentro do campo da ayahuasca .

Luis Fernando Tófoli, psiquiatra da Unicamp e estudioso do chá de ayahuasca
O psiquiatra Luis Fernando Tófoli lembra dos estudos feitos com LSD pelo neurocientista Mendel Kaelen, do Imperial College London, que demonstram que a música funciona como o mapa da jornada a ser explorada durante a experiência psicodélica, evocando sensações de êxtase e transcendência. Tudo isso porque áreas que normalmente não se ligariam no cérebro passam a fazer conexões. "Quando a gente pensa nessa hiperconectividade do cérebro psicodélico -  e temos evidências de que isso aconteça no caso da ayahuasca -, essa modulação musical pode fazer brotar memórias, sentimentos, visões e conexões que podem ter um contexto transformador, ou, no caso dos transtornos mentais, pode ser até terapêutico", afirma Tófoli, que foi responsável pela playlist do estudo da UFRN. "É importante a gente pensar que, mesmo no setting científico de pesquisa, existe um lugar para a música na ayahuasca", completa.
O SENHOR DA GUERRA NÃO GOSTA DE LSD A questão que se apresenta ao se aprofundar no assunto é: se as substâncias psicodélicas são tão eficientes assim, por que são tão marginalizadas? Para Sidarta Ribeiro, uma das respostas pode estar na falta de interesse da indústria farmacêutica. "Essas substâncias vão agir a partir de uma, duas ou três doses, então não há um negócio da China aí. Quem vai ganhar dinheiro com isso não são as grandes farmacêuticas, mas sim, no máximo, alguns poucos terapeutas. Será que interessa para a indústria que as pessoas parem de se tratar com remédios diários?", questiona o neurocientista. 
Junta-se a isso a eficiência ideológica da guerra contra as drogas, que colocou substâncias do tipo ao lado de narcóticos destruidores como a cocaína e o crack. Mas o preconceito não é recente. "Muitos povos antigos já se entregavam a longos períodos de êxtase, ao dançar e cantar para viajar no tempo e no espaço aos reinos profundos e além da imaginação", explica o xamã Léo Artese, que há 28 anos desenvolve trabalhos na área, em eventos e festivais.    
Ao longo da história, esse estado de êxtase guiado pela música foi interpretado como ameaça por muitos governos, com menção especial aos colonizadores europeus que viam com escárnio qualquer manifestação "não civilizada". No livro "Dançando nas Ruas" (Ed. Record), a escritora Barbara Ehrenreich lembra que, em 1884, por exemplo, autoridades britânicas baniram o uso dos tambores em Trinidad e Tobago, por considerarem-no subversivo, proibindo também a dança, as procissões e as assembleias com mais de 10 pessoas "munidas de paus ou outras armas". Em 1902, as forças de ocupação americanas vetaram os tambores de origem africana em Cuba, ampliando o veto a "todas as danças cerimoniaisafro-cubanas" por "serem símbolo de barbárie e perturbadoras da ordem social".   No fim do século 18, os taitianos usaram uma de suas festas tradicionais para zombar de padres que haviam tentado convertê-los. Décadas depois, eram os padres quem comemoravam a contenção da "leviandade natural dos nativos". Em 1820, os taitianos já usavam roupas europeias e não dançavam, nem cantavam. A eles, só restava beber licor, que também tinha sido oficialmente proibido. Eram os tristes trópicos lamentados pelo antropólogo Claude Lévi-Strauss, nos anos 1950. "Um cenário de culturas rotas, economias arruinadas e populações melancólicas dispostas ao suicídio e entregues ao alcoolismo", escreveu Ehrenreich.

NÃO DANCE, TRABALHE Para o teórico alemão Max Weber, um dos pais da sociologia, a resposta para as proibições está no surgimento da industrialização e do então novo mercado de trabalho. Como conta Ehrenreich, "as classes médias tinham que aprender a fazer cálculos, poupar e 'adiar a gratificação'; as classes baixas precisavam ser transformadas em uma classe trabalhadora disciplinada e sempre alerta - o que significava muito menos feriados e a nova necessidade de se apresentar sóbrio e na hora certa ao trabalho, seis dias por semana". Para uma população acostumada a trabalhar pesado, mas apenas em surtos sazonais, de acordo com as colheitas, a necessidade da labuta incessante foi umum choque.  Na França, a administração do rei Luís 14 reduziu os feriados e dias santos por conta de preocupações econômicas. Na Inglaterra, no fim do século 17, um economista estabeleceu que cada feriado custava 50 mil libras à nação, principalmente por causa da perda de horas de trabalho. Por fim, a reforma protestante também foi de grande ajuda na concepção da ideia de que, enquanto o trabalho eleva a alma, as festas a levam direto para o inferno. Não à toa, no Brasil, festividades como o Carnaval foram confinadas a poucos dias no ano.
Além disso, o surgimento de uma cultura aristocrática, com artes "comportadas" como a música clássica e o balé, aumentaram o abismo entre os nobres e os pobres vulgares que se prestavam a episódios de "barbárie". Quando se está em êxtase, as barreiras sociais são dissolvidas -  uma rápida olhada nos Carnavais e festas de rua, em que "tudo é permitido", comprovam isso. O êxtase é, portanto, inconcebível para a manutenção da hierarquia social. Como escreve Ehrenreich: "Quando uma classe ou um grupo étnico subordina uma população a suas regras, passa a temer os rituais que fortalecem os subordinados como uma ameaça à ordem civil".
Logo, aos poucos, a era moderna estabeleceu essa nova modalidade de espetáculo em que, em vez de participar, o público só podia assistir em estado de atenção congelada. Mas o desequilíbrio que se encontrava a sociedade norte-americana nos anos 1950 ajudou a derreter esse gelo. Como observa o sociólogo Daniel Bell, ao mesmo tempo em que as pessoas eram induzidas a trabalhar o tempo todo e a poupar, elas também ouviam o chamado da publicidade para gastar e aproveitar o aqui e agora.

AUMENTA QUE É ROCK'N'ROLL 

Quem mais se aproveitou desse carpe diem social foi um ritmo recém surgido que escandalizava os adultos e encantava os jovens na mesma proporção, durante a década de 1950, o rock, que mais a frente iria culminar no surgimento da revolução psicodélica servida na bandeja da filosofia hippie. Mesmo sem saber, as primeiras pessoas que se permitiam levantar de suas cadeiras e dançar ao som do rock estavam anunciando o retorno dos rituais extáticos reprimidos séculos antes - a histeria beatlemaníaca que o diga. "Transbordando dos teatros, o rock conduziu os fãs a locais mais expansivos e apropriados - 'salões psicodélicos' com luzes estroboscópicas,, e os festivais de rock ao ar livre de Monterey a Woodstock. Nesses cenários, os jovens começaram a reunir os antigos ingredientes do Carnaval: 'fantasiavam-se' com calças jeans rasgadas e camisetas desbotadas, vestidões, plumas e cachecóis ondulados", escreve Ehrenreich.  Para esses jovens, os momentos de encontro não eram só a interrupção temporária de uma vida dedicada ao trabalho, eram também a certeza do surgimento de uma nova cultura que daria lugar à repressão potencializada ao longo de anos. E os psicodélicos tiveram um papel importante nessa tomada de consciência. Foi por esse motivo que, no contexto da Guerra do Vietnã, o psicólogo e rei dos psicodélicos Timothy Leary foi tachado pelo então presidente Nixon como o homem mais perigoso dos Estados Unidos. Ao seguir o lema de Leary "turn on, tune in & drop out" (algo como "se liga, entra na onda e cai fora [do sistema]"), os jovens que tomavam LSD não queriam lutar em guerras que não fossem as suas.


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VIAGEM AO CENTRO DA MENTE 

Apesar das constantes tentativas de reprimir esses impulsos de celebração, eles persistem, como uma mancha gigante e impossível de limpar no modelo conservador de sociedade. Quando o Irã, por exemplo, um país longe do ideal de liberdade ocidental, se classificou para a Copa do Mundo de 1998, o que se viu foi algo inédito. Segundo a revista "Newsweek", "as mulheres rasgaram os véus obrigatórios, os homens distribuíram vodca em copos de plástico até para adolescentes que dançavam pelas ruas, sendo essa bebida terminantemente proibida".
O fascínio pelo êxtase e pela exploração da consciência sempre encontram formas de se manifestar. Assim, o interesse cada vez mais crescente pelos modernos rituais psicodélicos, sobretudo aqueles com ayahuasca praticados no Brasil ao som das músicas de rezo, surgem como uma espécie de resposta ao ritmo acelerado de uma sociedade que beira o desencanto. 
E, ao falar sobre amor e desapego em um momento no qual o discurso de ódio se destaca e em que as posses se sobrepõem às virtudes, os rezadores adquirem um status punk de subversão. Ou como escreve o ídolo new wave David Byrne, em "Como Funciona a Música": "Parece que os detentores do poder não querem que gostemos de fazer coisas por nós mesmos - eles preferem estabelecer uma hierarquia cultural que desvalorize nossos esforços amadores e estimule o consumo em vez da criação "
Essa mudança de percepção sobre a realidade reflete em vários aspectos. "Hoje, na banda, todo mundo é vegetariano, por exemplo, porque a gente caminha para isso: para o consumo consciente, boicotando coisas que a gente não acredita", explica Beto Yamani, da Madre Terra, seguindo um raciocínio recorrente em quem faz uso frequente do chá. "A cura não é só tomar a medicina, a cura é você se cuidar, é você mudar seus hábitos." Ou como explica Endy Maghin, também integrante da banda: "As pessoas falam: 'Ah, você vai lá, toma o chá e volta iluminado'. Mas você não volta outra pessoa, você só expande a consciência para ver coisas que antes não via, a manutenção disso é o mais importante"



Se o uso da ayahuasca exige preparação mental e física, o consumo da música tocada nos rituais dispensa contra-indicações. "Qualquer pessoa pode ter o conhecimento da música de rezo. E sem as medicinas da floresta você também pode mergulhar nisso. É só parar, respirar e entender o que a música quer passar. Porque a chave são as mensagens que vão destravar os medos", diz o músico Rodolfo Mazzotta, também da Madre Terra.  

Para Joy Trajano, da banda Vozes de Gaya, o gênero musical da qual ela faz parte surge como um travesseiro em que a cabeça cansada da sociedade pode repousar. "Não é uma música que está no rádio, que está na televisão, mas é uma música que já está fazendo parte e despertando muita gente", explica. "As pessoas estão cansadas dessa correria, principalmente quem vive em grandes metrópoles. Elas estão procurando coisas que as deixem mais tranquilas. Acho que é por aí que a música funciona."

Um conhecido ditado indígena usa dois lobos como metáfora para descrever os conflitos internos de todo ser humano. Um é o lobo do ódio, o outro do amor. "Ambos disputam o poder sobre mim", diz a passagem. "E quando me perguntam qual é o lobo vencedor, respondo: 'Aquele que eu alimento'." Assim como os sentimentos e as emoções, a música não é algo que se possa pegar com a mão. Ela adquire a forma da intenção que é colocada nela. Logo, no caso da música de rezo (em companhia das medicinas tradicionais da floresta), a música se torna justamente o alimento que vai fortalecer o lobo responsável por guiar os seres humanos a uma jornada infinita para dentro da mente.


Colaborou nesta edição
Julia Anadam, modelo
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Daniel Tozzi; Reportagem: Kaluan Bernardo, Rodrigo Bertolotto, Tiago Dias; Vídeo: Mariah Kay, Ugo Soares.

 

Histórias, tendências, inovação, comportamento e cultura

SPA EM CASA: Baile de mascaras para sua beleza




Rituais de Beleza com Ingredientes Naturais
Você sabia que ingredientes guardados no armário ou na geladeira da sua cozinha podem se transformar em tratamentos de beleza muito eficazes? Que tal aprender a cuidar da sua beleza, sem gastar muito?
Os tratamentos com componentes naturais são perfeitos para quem deseja cuidar da beleza, de uma forma natural e econômica. Além disso, esses tratamentos garantem resultados muito eficazes. No entanto, essa alternativa não substituem limpeza, tonificação e hidratação diárias.
Contudo, recomendamos que você utilize apenas os ingredientes considerados “inofensivos” pelos dermatologistas. Nada de fazer experiências “malucas”: o resultado pode ser perigoso para sua saúde.
Os rituais de beleza natural que apresentaremos, foram cuidadosamente pesquisados. Ainda assim, antes de fazê-los, certifique-se de que você não é alérgico(a) a nenhum componente da receita.
Para aproveitar ao máximo os benefícios desses tratamentos, é indispensável tomar alguns cuidados:
1 – Use sempre ingredientes frescos, limpos e de boa procedência;
2 – Prepare as receitas em vasilhas de vidro ou louça;
3 – Use a quantidade indicada na receita e não reaproveite o que sobrar;
4 – Nunca ultrapasse o tempo indicado na receita;
5 – Teste primeiro numa pequena área do corpo: você pode ser alérgico(a) a algum ingrediente.
6 – Não “invente” receitas por conta própria;


MÁSCARA FACIAL REJUVENESCEDORA

Máscara Facial para Rejuvenescimento
Esfoliação:
Antes de aplicar a máscara, é preciso esfoliar a pele. Para isso, misture 1 colher sopa de aveia e 3 colheres sopa de mel. Esfregue suavemente em todo o rosto e em seguida, enxágue.



Ingredientes para a máscara:


1 cenoura cortada bem fininha
1/4 de mamão papaia
Mel
Como Fazer:
Primeiro, lave o rosto com sabonete de glicerina neutro.
Misture todos os ingredientes. Aplique em todo o rosto, evitando a área dos olhos e pálpebras. Deixe agir por 30 minutos e remova com bastante água.



Máscara de Nozes e Leite de Coco para (cabelos secos)

Ingredientes:
1/2 xícara de nozes
1/2 xícara de leite de coco
Como Fazer:
Misture bem os ingredientes até formar uma pasta. Lave os cabelos com seu xampu habitual e retire o excesso de água. Em seguida, aplique a máscara e deixe agir por 25 minutos. Enxágue abundantemente, de preferência com água fria e aplique seu condicionador. Deixe secar naturalmente.
Referência Bibbliográfica: “Guia da Beleza Natural”; LIPI, Flavia; Matrix Editora.

Máscara Facial de Laranja e Iogurte

 
Ingredientes:
2 colheres de sopa de iogurte natural biológico
Suco de 1/4 de uma laranja.
Como Fazer:
Misture todos os ingredientes e aplique no rosto, deixando agir durante 5 minutos. Evite a área dos olhos e pálpebras. Em seguida enxágue.
Referência Bibbliográfica: “Guia da Beleza Natural”; LIPI, Flavia; Matrix Editora.

Máscara Facial de Soja


Rica em isoflavonas, a soja revigora e revitaliza a pele. Já a aveia é rica em vitamina B e possui propriedades antioxidantes que retardam o envelhecimento. Já o fubá é um excelente esfoliante que não agride a pele.
Ingredientes:
1 colher de sopa de soja em pó ou em farelo miúdo
1 colher de sopa de aveia
1 colher de sopa de fubá
1 ½ xícara de chá de água mineral.
Como Fazer:
Misture o fubá com a água mineral. Depois acrescente os demais ingredientes e deixe descansar por 5 minutos. Em seguida, aplique no rosto, evitando a área dos olhos e pálpebras. Deixe agir por 15 minutos. Retire com água morna e sabonete neutro.   


Máscara Facial Esfoliante de Morango (ou papaia) e Aveia
Ingredientes:
2 colheres de sopa de aveia,
3 morangos maduros ou uma fatia de papaia maduro
1 colher de sopa de iogurte natural biológico
Como Fazer:
Misture todos os ingredientes. Aplique a mistura em todo o rosto, massageando levemente por 10 minutos. Evite a área dos olhos e pálpebras. Refazer a cada 30 dias. Caso sua pele seja muito oleosa pode repetir o procedimente a cada 20 dias.
Referência Bibbliográfica: “Guia da Beleza Natural”; LIPI, Flavia; Matrix Editora.
Máscara Facial Suavizante e Refrescante 

Ingredientes:
Meio abacate maduro
1 colher de sopa de mel;
1 colher de sopa de limão;
1 colher de sopa de iogurte natural.
Como Fazer:
Misture todos os ingredientes e aplique no rosto, deixando agir durante 15 minutos. Evite a área dos olhos e pálpebras. Em seguida, retire o produto com água fria e sabonete neutro.
Referência Bibbliográfica: “Guia da Beleza Natural”; LIPI, Flavia; Matrix Editora.

Máscara Facial Hidratante (para pele normal)   
   
Ingredientes:
1 banana madura
2 colheres de sopa de mel
1 colher de sopa de iogurte natural
Como Fazer:
Misture todos os ingredientes e aplique no rosto, deixando agir durante 30 minutos. Evite a área dos olhos e pálpebras. Em seguida, enxágue.
Obs.: Essa máscara não deve ser usada em peles oleosas, mistas ou com acne.
Referência Bibbliográfica: “Guia da Beleza Natural”; LIPI, Flavia; Matrix Editora.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Físicos tentam comprovar existência de quinta dimensão

Ilustração de um portal de outras dimensões

"Qual é a 5ª dimensão? Eu sei que a primeira é a altura, a segunda é a largura, a terceira é a profundidade e a quarta, o tempo. Mas ninguém parece saber o que é a quinta!".
Essa foi a pergunta que Lena Komaier-Peeters, uma menina de 12 anos, enviou para os investigadores da BBC, o geneticista Adam Rutherford e a matemática Hannah Fry, da série Os Casos Curiosos de Rutherford e Fry. Eles foram a Genebra, na Suíça, para responder essa questão.
Lá, eles visitaram o lugar onde se realiza aquele que é provavelmente o mais incrível experimento com tempo e espaço, o CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear), e pediram ajuda à física de partículas Rakhi Mahbubani nessa tarefa.
"Imagine um canal estreito e comprido, com barcos de diferentes tamanhos navegando nele. Se você tem um navio de cruzeiro enorme que ocupa quase toda a largura, você só pode se mover ao longo do canal, você não tem a possibilidade de se mover dos lados, na largura, então a partir da perspectiva daquele cruzeiro o canal tem apenas uma dimensão", diz Mahbubani.
"Se o que você tem é um veleiro, você pode ziguezaguear. Do ponto de vista do veleiro, o canal tem duas dimensões. Já se você viajar em um submarino, você experimentaria tanto o comprimento quanto a largura e também a profundidade. A partir dessa perspectiva, o mesmo canal tem três dimensões."

Por que cientistas insistem que existem outras dimensões?

"Uma razão muito convincente é que realmente não entendemos por que a força da gravidade é muito mais fraca do que as outras forças fundamentais que experimentamos. Se eu te der um ímã de geladeira e uma chave qualquer, o ímã levantará a chave com muita facilidade. A força magnética desse pequeno ímã supera a força da gravidade da Terra, que é enorme, que puxa a chave na direção oposta", diz a física Mahbubani.
É verdade, mas por que isso implica que existem outras dimensões?
"A hipótese é que a gravidade, assim como o submarino no canal, pode experimentar dimensões adicionais, enquanto nós não temos essa capacidade. E ela se dissipa nessas outras dimensões e é por isso que sentimos que ela é muito fraca."
Então, a força da gravidade seria diluída.

Um conceito com uma longa quarta dimensão

O conceito de dimensões adicionais pode parecer futurista, mas essa ideia existe há muito tempo. Se tornou popular no mundo da matemática quando o alemão Bernhardt Riemann demonstrou em 1854 que poderia haver mais de três dimensões na geometria.
Mais tarde, no mesmo século, o matemático britânico Charles Howard Hinton, um fanático por ficção científica, projetou um hipercubo de quatro dimensões chamado tesserato.


Um tesseratoDireito de imagemSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionUm tesserato é um análogo de 4 dimensões de um cubo, assim como um cubo é um análogo tridimensional de um quadrado.

Junto com a ciência veio a arte, e o conceito de dimensões adicionais apareceu em obras de Oscar Wilde, Marcel Proust e HG Wells (e o tesserato ganha papel de destaque nos quadrinhos da Marvel). Ele também inspirou artistas cubistas como Picasso, que tentou representar mais dimensões em suas pinturas.
No entanto, até agora, ninguém foi capaz de provar que essas dimensões realmente existem.
Este é o trabalho que os físicos agora tentam fazer no CERN, E, para testar teorias, é preciso experimentos.

Como descobrir a misteriosa quinta dimensão

Primeiro, você precisa de um objeto enorme para encontrar as menores partículas fundamentais do Universo.
O que está em uso no CERN é chamado Grande Colisor de Hádrons ou LHC (na sigla em inglês), um acelerador próton-próton de 27 km de circunferência. Com essa máquina, os feixes de partículas são disparados quase à velocidade da luz, de modo que, quando dois prótons colidem, eles criam todos os tipos de outras partículas.
Se as teorias atuais estiverem corretas, há a pequena probabilidade de que uma das partículas subatômicas nessa colisão seja a que foi batizada de gráviton.
A física quântica nos diz que cada força tem uma partícula relacionada que a transporta. Por exemplo, a luz é transportada por fótons. Então, a gravidade deveria teoricamente ser transportada por grávitons, só que a gente nunca os observou.
Mas eles podem ser a chave para desvendar dimensões ocultas.
É por isso que os cientistas do CERN não pararam de procurá-los durante 14 anos.


Parte do Grande Colisor de HádronsDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO Grande Colisor de Hádrons é um acelerador de prótons usado na busca por minipartículas fundamentais do Universo

E eles não perdem a esperança.
Mesmo assim, há outros físicos teóricos que não são tão otimistas, como Sean Carroll, do Caltech, o Instituto de Tecnologia da Califórnia.
"Temos certeza de que os grávitons existem, o que não temos certeza é que eles podem ser descobertos com o Grande Colisor de Hádrons. Na verdade, é o oposto: você tem que ser muito, muito, muito sortudo por poder encontrar grávitons nessa máquina", diz Carroll. "Existem teorias e estamos testando-as, mas se os grávitons estivessem lá, poderíamos tê-los visto facilmente e não os vimos, então as probabilidades são mínimas."
Mesmo assim, ele opina, vale a pena continuar a procurar por essas outras dimensões, porque se elas forem encontradas, "tudo o que pensarmos sobre as leis fundamentais da natureza mudará: seria uma descoberta transcendental".
"Se nós não as vemos, isso não significa que elas não estão lá, mas que nossos experimentos ainda não são bons o suficiente. Se continuarmos tentando, vamos achar algum dia."
E se algum chegarmos à conclusão que essas dimensões realmente existem? Como elas seriam?

Dimensões escondidas

Segundo o físico Carroll, elas existem e estão em todas as partes.
"Você precisa entrar na mentalidade dos físicos para entender a que eles se referem quando falam a palavra 'dimensão'. Nós tendemos a acreditar que uma outra dimensão é um lugar aonde você vai e é possuído por criaturas estranhas", fala.
"E uma dimensão é simplesmente uma direção no espaço. Neste momento, nós conhecemos três, que poderíamos chamar de 'para cima-para baixo', 'para a esquerda e para a direita' e ''para a frente e para trás'.
Segundo ele, não faz sentido algum dizer "Onde está a dimensão para cima-para baixo?", porque ela "está em todo o lugar", assim como as outras.
"O que sabemos com certeza é que elas estão escondidas de alguma forma, então podem ser muito, muito, muito pequenas, tanto que nunca as veremos - essa é a maneira mais fácil de se esconderem", afirma.
Ou há outras duas possibilidades. "Uma é que são meio pequenas, com um milímetro ou um décimo de milímetro. E a outra é que as dimensões são infinitamente grandes, mas não podemos alcançá-las porque estamos presos em um subespaço da dimensão inferior do Universo."


imagem conceito da teoria de branasDireito de imagemSCIENCE PHOTO LIBRARY
Image captionAs chamadas branas seriam membranas que mantêm nosso Universo com suas 4 dimenões em um espaço multidimensional

Carroll explica que isso é algo que os físicos chamam de Teoria de Branas (ou das Cordas). É uma maneira estranha de dizer membranas, como aquelas que limitam nosso Universo de quatro dimensões dentro de um espaço de dimensionalidade superior chamado 'bulk'.
"Se isso for verdade, pode haver múltiplas branas, múltiplos subespaços de bi, tri, tetra e penta dimensionais paralelos. Nesse sentido, poderia haver mundos paralelos incorporados nessas outras dimensões", diz ele.
Algo que parece ser verdade, afinal, é que os físicos provaram sem dúvida a existência de uma dimensão maravilhosa: a da imaginação, o ponto de partida de tantas grandes descobertas.
Fonte:/www.bbc.com

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Cinema:TOY STORY 4 Veja o trailer.





SINOPSE

Woody, Buzz, Jesse e toda a turma vivem felizes, agora como brinquedos da pequena Bonnie. Entretanto, a chegada de um garfo transformado em brinquedo, Garfinho, faz com que a calmaria reinante chegue ao fim, justamente porque ele não se aceita como tal.

CRÍTICA

Apesar do que o belíssimo Toy Story 3 (2010) deu a entender, com seu suposto fim do ciclo dos brinquedos mais queridos das telonas, agora chega aos cinemas uma nova aventura encarregada de renovar o fôlego da saga basilar quanto às animações contemporâneas. Woody, Buzz e companhia se despediram de Andy, entendendo a nobreza de alegrar a vida de outra criança, no caso a da pequena Bonnie. 
Em Toy Story 4 a obsolescência atinge lugares distintos, algo visto quando a garotinha deixa (novamente) o xerife no empoeirado armário. Assim, não é apenas o crescimento que pode gerar o arrefecimento dos vínculos, mas os protocolos naturais da vida. A predileção não é uma matéria negociável, assim como o afeto passa longe dos mecanismos da barganha. E este novo longa-metragem, como nenhum outro da franquia, é bem centrado no cowboy e na sua necessidade de entender que há múltiplos papeis a serem desempenhados no vasto mundo.
Logo de cara, Woody reafirma sua dedicação à tarefa para a qual imagina ter nascido, ou seja, fazer sua criança feliz. Para isso, infringe regras, indo com Bonnie ao primeiro dia de aula, testemunhando o nascimento de Garfinho, o mais importante dos personagens que surgem em Toy Story 4. Aliás, a renovação é um signo vital no filme dirigido por Josh Cooley, vide as aparições esporádicas de figuras indefectíveis, tais como Rex, Slinky, Porquinho, além do Sr. e da Sra. Cabeça de Batata. Essa maré de mudanças passa, inclusive, pela simbólica cena da infante tirando do xerife a estrela que lhe confere autoridade e a transferindo momentaneamente a Jessie. Indício de um tempo de urgente fomento ao destaque das mulheres, também funciona como sintoma das mutações relacionais, movimento celebrado orgânica e silenciosamente. Até mesmo o astronauta fica um pouco escanteado, minuciosamente disposto à margem de uma jornada tumultuada de valiosas descobertas.
Toy Story 4 mantém o padrão dos antecessores, nos últimos minutos sendo equivalente, no quesito emocional, ao predecessor imediato. É difícil segurar as lágrimas diante de decisões inevitáveis, de ritos que fazem parte da existência, seja a das pessoas ou mesmo a dos brinquedos animados, dispostos a tudo para permanecer unidos. 
Antes, porém, Woody reencontra uma velha amiga que indiretamente lhe aponta a possibilidade de uma rotina mais subjetiva, ainda que bastante motivada pela felicidade gerada nos petizes carentes de atenção e, quiçá, de um apoio para encarar melhor as novidades. A missão de juntar novamente Garfinho e Bonnie é uma desculpa para o roteiro desenhar esse amadurecimento tardio do cowboy altruísta, por certo também egoísta e prepotente em vários instantes, características que o aproximam da humanidade. A narrativa dinâmica contém sacadas, tanto visuais quanto verbalizadas, que tornam tudo isso bastante divertido.
Os grande alívios cômicos de Toy Story 4 são o coelho e o pato de pelúcia, literalmente grudados. Betty, a pastorinha utilizada num contexto imprescindível, bem como suas colegas ovelhas, a minúscula "policial" risonha e o dublê exibicionista completam a nova turma, nem melhor, tampouco pior, mas diferente. Uma das maiores sacadas do filme é a antagonista, a boneca que credita seu esquecimento ao fato de ter a caixa de voz quebrada. Ao lado dela, os asseclas, aterrorizantes bonecos de ventríloquo que se deslocam tropegamente criando pavor. 
Diferentemente de Toy Story 3, em que a iminência do adeus era fomentada em cada cena, com isso criando uma sensação permanente de melancolia, nesse filme as coisas acontecem menos mediadas pela inevitabilidade num primeiro plano, mas quando o desfecho surge, comovente e absolutamente coeso com o trajeto até ali, fica evidente que a Pixar conseguiu mais uma vez, ou seja, fez, da saga Toy Story um cativante veículo para falar das fases intrínsecas ao amadurecer, inclusive aquilo que temos de deixar para trás.
altas.


MELHORIAS EM SUA VIDA? VOCÊ PODE ESTAR VIVENDO UM DESPERTAR ESPIRITUAL, CONHEÇA OS SINAIS


O despertar espiritual acontece em nossas vidas e nos dá pequenos e sutis sinais. É um crescimento de espírito e de consciência que nos faz sermos pessoas melhores. Você pode perceber apenas um desses sinais, alguns deles ou até todos eles, depende muito de cada um. Veja os sinais mais comuns de um despertar espiritual.

7 SINAIS QUE VOCÊ ESTÁ VIVENDO UM DESPERTAR ESPIRITUAL


1- Maior preocupação com a sua alimentação e qualidade do sono
Se de uns tempos para cá, você começou a se preocupar mais com a sua alimentação, procura comer alimentos saudáveis, evitar processados e manter o peso em dia – isso pode significar uma expansão da sua consciência pelo seu bem-estar. A mesma coisa com o sono, nosso corpo precisa de descanso diário e efetivo,organizar os horários para dormir bem também são sinais de um despertar espiritual.
2- Afastamento de pessoas tóxicas que te fazem mal
or muito tempo mantemos pessoas tóxicas em nossa vida, que nos prejudicam, que nos fazem sentir mal. Quando vivenciamos um despertar espiritual, nosso corpo e nossa mente já não aceitam isso, e procuram se afastar de pessoas tóxicas.
3- Desejo de mudar para melhor aspectos importantes da sua vida
De repente você começa a pensar que poderia dar mais de si: em seu trabalho, em seus relacionamentos pessoais, em seu cuidado consigo mesmo. Você começa a querer pensar fora da caixa, ansiar por coisas melhores, novos (e melhores) cargos de trabalho, novas aventuras e viagens, voltar aos estudos, querer crescer como pessoa, ser mais do que somente mais um na multidão.
4- Maior sensibilidade e valorização dos seus sentimentos e também os sentimentos dos outros
Os sentimentos, que outrora eram negligenciados, agora começam a ter maior importância. Quando você começa a prestar mais atenção e dar mais valor aos seus sentimentos, automaticamente você se torna mais sensível também aos sentimentos dos outros. Isso traz maior sentimento de justiça, de honestidade, de compaixão pelo próximo.
5-Você passa a se sentir bem sozinho
Quando dizemos sozinho, não queremos dizer solteiro, ou na solidão. Você começa a gerir bem os sentimentos e curtir a sua própria companhia. Não há a necessidade de estar sempre ligado a alguém,  você passa a utilizar o seu tempo só para se conhecer, se cuidar, se explorar, se desenvolver como pessoa.
6- Apreciação do silêncio
O silêncio passa a ser um estado de consciência que você gosta, que você procura. Acaba aquela sensação de que você precisa de uma música, de um ruído, de uma fala para abafar os seus próprios pensamentos, agora você gosta dos seus pensamentos. Você passa a reconhecer o valor do silêncio como uma ocorrência singular.
7- Diminuição do medo
Sabe aquele medo que você sentia de algumas coisas? Tem sentido ele diminuir ou até mesmo desaparecer? Com o despertar espiritual passamos a ter mais consciência do medo que é racional e do que é irracional, nos fazendo passar por cima do medo que não nos acrescentam nada.  Passamos a ter mais vontade de vencer os medos.
Muitos são os sinais de um despertar espiritual, esses são apenas alguns deles. E você? Já viveu (ou está vivendo) um despertar espiritual?
Fonte:www.wemystic.com.br

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Tarô: O que é e como funciona






Grande parte das pessoas enxerga o Tarô como uma forma de adivinhação e leitura da sorte. Contudo, numa visão mais elaborada e atual, vemos o Tarô como uma abertura, um caminho para o crescimento pessoal através do conhecimento de nós mesmos e da vida.

O Tarô representa um sistema simbólico, cujas imagens mostram mais do que meros temas capazes de retratar uma época (como nos Tarôs clássicos), ou a visão pessoal de seus criadores (nos modernos). As imagens se estruturam em padrões de comportamento, que podemos entender como alicerces da nossa psiquê – os Arquétipos – segundo o psicólogo suíço Carl Gustav Jung.

A exata origem do Tarô permanece um mistério até hoje, apesar de seus 600 anos de história registrada. Já foi atribuída há vários povos antigos como egípcios, hebreus, ciganos, chineses, hindus mesmo que tenha sido criado para servir a diversão dos nobres.

O primeiro registro do aparecimento das cartas, data do final do século XIV e, a partir daí, temos uma evolução simbólica e literária. No início, as cartas só apresentavam imagens, sem qualquer tipo de numeração ou nominação. Só entre 1500 e 1650, começaram a ser vistos alguns Tarôs ora com números, ora com nomes. Somente, por volta de 1690, é que o Tarô, em toda a Europa, obtém sua estrutura de 78 cartas.

O Tarô é composto por 78 arcanos: 22 arcanos maiores e 56 arcanos menores. Os baralhos que fogem dessa estrutura clássica, não podem ser considerados Tarô. Usado de forma lúdica e oracular nos dias de hoje, assim como foi desde seu surgimento, é ferramenta de trabalho e objeto de coleção, apresentando inúmeras variações artísticas, representadas por uma quantidade enorme de belíssimos baralhos. Apesar de serem elaborados a partir de temas e traços diferentes, todos consistem no mesmo.


Como o Tarô pode me ajudar?
O Tarô consegue mergulhar fundo em nossa vida, em nossa alma, reconstruindo o nosso momento através da disposição de suas cartas, que funcionam como janelas ou telas. De maneira impessoal, as cartas irão desvendar as situações e as energias que estão presentes em nossas vidas.

O Tarô nos traz também, uma visão mais ampla, que irá proporcionar uma maior e melhor compreensão de nós mesmos, pois conseguiremos entender as situações que vivemos agora, de forma mais clara: conhecendo desde a raiz do problema (na sua origem), até os possíveis caminhos futuros e seus prováveis desfechos.

Toda essa informação nos ajudará a descobrir quem somos, como funcionamos e, também, irá nos guiar e orientar, para que possamos fazer as melhores escolhas, conduzindo nossa vida de forma positiva e evitando que venhamos a comprometer nossa felicidade.

O mais importante da consulta com o Tarô, é que ele sempre nos apresentará as possibilidades e as probabilidades dos acontecimentos, para que possamos, nós mesmos, decidir e assim, construir a nossa vida através do exercício do maior poder que Deus nos deu: o livre arbítrio. Portanto, o oráculo não vai decidir por você, pois isso é um dever e uma responsabilidade sua. Entretanto, você conseguirá entender melhor a situação e obter uma orientação de como deve se posicionar diante dos acontecimentos de sua vida.


Por Alex e Raquel
fonte:https://www.caminhosdotaro.com.br

domingo, 9 de junho de 2019

Palo Santo: Propriedades curativas e espirituais.


Para quem ama estudar e compreender mais sobre o poder terapêutico dos aromas que a natureza nos proporciona, o incenso palo santo é uma ferramenta apaixonante de relaxamento, purificação, redução de estresse e cura.
Ele apresenta capacidades terapêuticas que realmente acalmam e relaxam corpo, proporcionando benefícios medicinais que são retratados há milhares de anos.
Para entender melhor o que é o palo santo, como utilizá-lo e quais as propriedades desse incenso, leia este post! Você vai querer experimentá-lo e viver essa experiência hoje mesmo. Pronto? Então continue com a gente!

Os componentes do incenso palo santo

O palo santo é uma madeira aromática rara que significa “madeira sagrada” em castelhano. Foi utilizada durante muitos anos pelos povos Incas, além de também ser explorada por Xamãs, curandeiros da América Latina.
É muito comum encontrar a árvore que dá origem ao palo santo na região sul-americana do Peru, Equador e Bolívia.
De maneira geral, 4 componentes químicos explicam seus benefícios.
  • Limoneno: além do odor delicioso, essa substância compõe a maior proporção do óleo essencial do palo santo — cerca de 60%. Além disso, tem a capacidade de limpar ambientes, despertar a criatividade, reduzir a ansiedade e estimular o sistema imunológico.
  • Terpineol: esse composto tem o potencial de aumentar a imunidade, sendo um tônico fungicida e bactericida.
  •  Mentofurano: com características antivirais e descongestionantes, é capaz de realizar uma limpeza física e espiritual profunda.
  • Xantona: compostos orgânicos com capacidade antidepressiva.

O processo de coleta natural do palo santo

Seja para melhorar a harmonia do ambiente ou sentir o aroma durante a prática de meditação, prezar pela utilização de incensos naturais e artesanais faz toda a diferença na experiência da queima, certo?
No caso do incenso palo santo, o processo de coleta começa quando a árvore vai morrendo de maneira natural e soltando suas lascas. Depois que elas se decompõem naturalmente, a madeira é comprimida e o óleo essencial sai naturalmente.

Indicações terapêuticas do incenso palo santo

Trata espinhas, cicatrizes e ulcerações da pele

Sim, o óleo extraído da madeira tem um alto poder cicatrizante e é indicado para tratar espinhas, cravos e até ulcerações e cortes.
Isso acontece devido à capacidade quando composto de equilibrar a oleosidade da pele, uma vez que o palo santo é um excelente tônico.
O ideal é massagear a derme até que ela absorva o óleo (que geralmente está diluído em outros óleos essenciais). Outra forma de uso é colocar as cinzas frias sobre a pele para o tratamento de feridas e machucados externos.

Reduz dores musculares

A casca do palo santo, quando utilizada em decocção (quando o óleo é extraído pela ação de um líquido em ebulição), pode ser utilizada em fomento quente para o tratamento de dores musculares.
Massagear o óleo no local também é uma ótima alternativa para aliviar as tensões musculares e dores reumáticas. O alívio dos sintomas pode ser muitas vezes imediato e o procedimento pode ser repetido várias vezes ao dia.

Auxilia no tratamento da depressão

Você já ouviu falar na capacidade de o palo santo ser excelente no combate à depressão? Isso acontece porque a xantona inibe a ação da monoaminoxidase, uma enzima produzida em grande escala em estados depressivos.
Dessa forma, o contato com o aroma do incenso palo santo pode propiciar estados mais serenos, de paz e tranquilidade.

Os benefícios produzidos pela queima do incenso

Viu como as indicações terapêuticas são consideráveis? Mas não param por aí! O incenso palo santo ainda apresenta benefícios com potencial para agir no ambiente.

Limpa o ambiente

Um dos principais ganhos com o processo da queima é a limpeza energética de ambientes. E grande parte dessa limpeza acontece por causa do limoneno. Como já vimos, essa substância ativa representa a maior porcentagem da madeira e é capaz de purificar os espaços.
Portanto, se você também é fã de ambientes mais tranquilos, pacíficos e equilibrados e ainda não abre mão de aromas agradáveis e originais, queimar o incenso palo santo vai ser uma experiência muito agradável.

Alivia o estresse

Já falamos sobre a indicação terapêutica para tratar a depressão. Além disso, a queima do incenso pode auxiliar no alívio do estresse, gerando paz e harmonia tantos nos ambientes externos quanto no estado emocional das pessoas.
Devido ao poder de melhorar a qualidade espiritual de relacionamentos, a utilização do incenso ainda tem o potencial de eliminar conflitos domésticos, uma vez que conecta as pessoas com mais harmonia, melhora o humor e afasta as energias negativas.

Aprofunda a conexão espiritual

Esse é um dos principais motivos pelos quais o palo santo foi utilizado pelos Incas há muitos séculos. Ele é capaz de aprofundar os momentos espirituais de meditação e contemplação, fazendo a mente relaxar e se transportar para uma sensação de paz e tranquilidade singular.

A utilização do incenso palo santo in natura

Já está com vontade de ter uma experiência incrível e sentir o aroma do palo santo? Então, veja como é simples utilizá-lo de forma segura e eficaz:
  1. acenda a lasca da madeira de palo santo, recomendamos utilizar uma fonte de fogo continua como uma vela ou o fogão pois pode demorar um pouco para acender;
  2. deixe queimar por cerca de 30 segundos.
  3. faça suas orações, mentalize bons pensamentos e vibrações.
  4. caminhe tranquilamente pelo ambiente para espalhar a fumaça.
  5. evite que crianças e animais tenham contato com o fogo ou o incenso aceso.
IMPORTANTE: o Palo Santo In Natura não queima continuamente, você pode reacender caso apague ou guardar para usar em outro momento.
Fonte:.incensofenix