sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Udiyana: Banda inspirada em mantras indianos

                                                                                      


Udiyana: Banda inspirada em mantras indianos, une o ocidente com o oriente, sua música é sutil, leve, traz uma batida doce e harmoniosa. Letras simples, mas com um grande poder de amor. Cantam com diversos instrumentos. Trazendo uma sensação de dançar nas nuvens. Dançar nos campos mais sutis da consciência. Letras focadas na União e no Amor. Trabalha na dissolução das questões humanas, mantendo-se na frequência da Luz. Um grupo que ancora as origens do mundo e traz a vibração da nova era e honra o novo. Algumas de suas letras são inspiradas em encontros da família Arco-Íris, na presença feminina, mãe Divina, que se espalham pelos cantos do mundo. Músicas de inspiração e devoção a Terra e toda a divindade, ancorando a era dourada neste plano. 

Fonte: sabedoriatranscendental




Escola de samba Salgueiro... Enredo forças justiceiras de Xangô.

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A escola tijucana evocará para a Marquês de Sapucaí as forças justiceiras de um dos orixás mais cultuados nas nações de Candomblé e Umbanda. Xangô foi a escolha da direção da agremiação para o samba-enredo do próximo carnaval, dando continuidade a uma série de enredos-afro - algo que se tornou característico na história salgueirense
SAMBA DE ENREDO
compositores
Demá Chagas, Marcelo Motta, Renato Galante, Fred Camacho, Leonnardo Gallo, Getúlio Coelho, Vanderlei Sena e Francisco Aquino
Participação Especial: Guinga e Ricardo Neves
intérprete
Emerson Dias

Vai trovejar!!!
Abram caminhos pro grande Obá
É força, é poder, o Aláàfin de Oyó
“Oba Ko so!” ao Rei Maior
É pedra quando a justiça pesa
O Alujá carrega a fúria do tambor
No vento a sedução (Oyá)
O verdadeiro amor (Oraiêiêô)
E no sacrifício de Obà (Oba xi Obà)
Lá vem Salgueiro!

Mora na pedreira, o dono da terra
Vem de Aruanda pra vencer a guerra
Eis o justiceiro da Nação Nagô
Samba corre gira, gira pra Xangô


Rito sagrado, ariaxé
Na igreja ou no candomblé
A benção, meu Orixá!
É água pra benzer, fogueira pra queimar
Com seu oxê, "chama" pra purificar 
Bahia, meus olhos ainda estão brilhando
Hoje marejados de saudade
Incorporados de felicidade
Fogo na gongá, salve o meu protetor
Canta pra saudar, Opanixé kaô
Machado desce e o terreiro treme
Ojuobá! Quem não deve não teme

Olori XANGÔ eieô
Olori XANGÔ eieô
Kabecilê, meu padroeiro
Traz a vitória pro meu Salgueiro!


domingo, 21 de outubro de 2018

Ritual de preto velho

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cinema:O PRIMEIRO HOMEM´, uma fascinante história sobre uma missão da NASA


Sinopse

`O PRIMEIRO HOMEM´, uma fascinante história sobre a missão da NASA de levar o primeiro homem – Neil Armstrong – até a lua, durante o período de 1961-1969. Baseado no livro de Jame R. Hansen, o longa é uma produção visceral em primeira pessoa que explora os sacrificios e os custos – de um homem e de uma nação – a fim de concretizar a missão mais perigosa da história.
CRÍTICA

O fato do homem ter pisado na lua, em 20 de julho de 1969, até hoje é motivo de debates e controvérsias. Basta uma busca pelas profundezas da internet para encontrar dezenas de milhares de teorias conspiratórias que afirmam que tal evento nunca chegou a acontecer, que nada passara de propaganda política, movida pela guerra fria entre Estados Unidos e União Soviética. Polêmicas à parte, é fato que esta foi uma das maiores conquistas da humanidade, ainda que até hoje, quase cinquenta anos após o ocorrido, se siga debatendo quais foram os verdadeiros ganhos obtidos por tal façanha e se há razão para seguir investindo em tais aventuras interplanetárias. Uma reflexão interessante, que infelizmente parece estar ausente de O Primeiro Homem, longa que marca o reencontro do diretor Damien Chazelle com o astro Ryan Gosling, após o oscarizado La La Land: Cantando Estações (2016). Se antes a reunião dos dois resultou em música e cores, aqui temos apenas sonolência e monotonia. Resultado inesperado – e decepcionante – diante do que um argumento como esse parecia prometer.



Nas primeiras cenas de O Primeiro Homem, descobrimos que Neil Armstrong (Gosling), aquele que viria a ser responsável pelo passo que deixou de forma inédita a marca do homem em um outro terreno que não a Terra, perdeu uma filha ainda na tenra infância. A morte de um filho certamente é motivo mais do que suficiente para deixar um vazio quase intransponível. Enquanto que a esposa (Claire Foy) luta com o que tem ao seu alcance para manter a família unida – inclusive gerando uma nova criança logo em seguida – o marido e pai mergulha sem olhar para trás no trabalho. Algo se perdeu dentro dele, e o único caminho que lhe parece viável agora é para cima. O mundo lhe é pequeno, sem espaço para sequer respirar, quem dirá seguir adiante dia após dia. É por isso que passa a se dedicar com um afinco cada vez maior ao plano de, como astronauta, fazer história. Uma conquista de todos, mas um feito que ele espera que ao menos lhe dê algum tipo de paz.

A trupe de Armstrong não é grande, mas são homens fiéis que, com ele, compartilham do mesmo sonho rumo às estrelas. Chazelle, no entanto, não demonstra nenhum interesse por estes companheiros. Assim, figuras como Jason Clarke, Patrick Fugit, Christopher Abbott, Ethan Embry e Pablo Schreiber tanto estão em cena como não estão mais, muitos desaparecendo – seja em um acidente, um desastre ou outra tragédia equivalente – sem aviso nem despedida. A irrelevância de suas vidas serve, ao menos, para mostrar quão pequenos são esses homens diante da grandeza daquilo a que estão se propondo. Por outro lado, o desrespeito com tais atores chega a ser constrangedor: alguns possuem duas ou três linhas de diálogos irrelevantes, enquanto que outros servem não mais do que para compor cenários, como peças descartáveis, ao invés dos heróis que foram, se sacrificando em testes, experiências e riscos que, para que um fosse bem-sucedido, muitos tiveram que perder seus pescoços.

Pois, ainda que o episódio seja globalmente conhecido, as atenções do diretor e de seu roteirista (Josh Singer, vencedor do Oscar por Spotlight: Segredos Revelados, 2015) se voltam ao núcleo familiar do protagonista. Claire Foy faz tudo de acordo com a cartilha – é possível até prever quais sequências serão usadas nos possíveis “clipes do Oscar” (afinal, ninguém enfrenta oficiais da NASA com um dedo em riste incólume) – mesmo que sua função não seja mais do que funcional, apenas servindo tanto de apoio como para propor algum tipo de confronto aos dilemas enfrentados pelo marido. Ryan Gosling, por outro lado, tenta criar um homem tão perdido dentro de si e desconectado do resto do mundo que precisa ir ao espaço para, enfim, se encontrar. No entanto, ele confunde introspecção com apatia, e dessa forma o espectador é presenteado com uma interpretação que beira o vazio, seja por ser desprovida de emoções, ao mesmo tempo em que parece não dar importância alguma a tudo que é posto em seu caminho durante essa jornada. Entendemos o que lhe falta. Só ressente-se a compreensão de como alguém tão desprovido de alma pode ter ido tão longe.


Madayati Prem e suas músicas causam uma reflexão profunda.

Jovem rapaz curitibano, um buscador espiritual, recebeu seu nome Madayati Prem, de um mestre. Suas músicas causam uma reflexão profunda dissolvendo muitos aspectos da mente, através de melodias muito bem colocadas com letras divinamente canalizadas. Músicas de paz, de sabedoria, de unificação espiritual, afirmando o Ser Humano como um ser espiritual. Esse conjunto realiza uma expansão de consciência, em ver a simplicidade da vida, se permitir ser feliz. Um artista sincero, que desde pequeno estuda música e sempre insistiu nesse caminho. E cada dia está crescendo mais e realizando seu propósito, sua missão, com êxito, superando os desafios e sentindo a coragem de seguir a intuição, seguindo a carreira de artista, de Ser Humano. Um mensageiro do Além. 
Fonte sabedoriatranscendental