quarta-feira, 19 de junho de 2019

Cinema:TOY STORY 4 Veja o trailer.





SINOPSE

Woody, Buzz, Jesse e toda a turma vivem felizes, agora como brinquedos da pequena Bonnie. Entretanto, a chegada de um garfo transformado em brinquedo, Garfinho, faz com que a calmaria reinante chegue ao fim, justamente porque ele não se aceita como tal.

CRÍTICA

Apesar do que o belíssimo Toy Story 3 (2010) deu a entender, com seu suposto fim do ciclo dos brinquedos mais queridos das telonas, agora chega aos cinemas uma nova aventura encarregada de renovar o fôlego da saga basilar quanto às animações contemporâneas. Woody, Buzz e companhia se despediram de Andy, entendendo a nobreza de alegrar a vida de outra criança, no caso a da pequena Bonnie. 
Em Toy Story 4 a obsolescência atinge lugares distintos, algo visto quando a garotinha deixa (novamente) o xerife no empoeirado armário. Assim, não é apenas o crescimento que pode gerar o arrefecimento dos vínculos, mas os protocolos naturais da vida. A predileção não é uma matéria negociável, assim como o afeto passa longe dos mecanismos da barganha. E este novo longa-metragem, como nenhum outro da franquia, é bem centrado no cowboy e na sua necessidade de entender que há múltiplos papeis a serem desempenhados no vasto mundo.
Logo de cara, Woody reafirma sua dedicação à tarefa para a qual imagina ter nascido, ou seja, fazer sua criança feliz. Para isso, infringe regras, indo com Bonnie ao primeiro dia de aula, testemunhando o nascimento de Garfinho, o mais importante dos personagens que surgem em Toy Story 4. Aliás, a renovação é um signo vital no filme dirigido por Josh Cooley, vide as aparições esporádicas de figuras indefectíveis, tais como Rex, Slinky, Porquinho, além do Sr. e da Sra. Cabeça de Batata. Essa maré de mudanças passa, inclusive, pela simbólica cena da infante tirando do xerife a estrela que lhe confere autoridade e a transferindo momentaneamente a Jessie. Indício de um tempo de urgente fomento ao destaque das mulheres, também funciona como sintoma das mutações relacionais, movimento celebrado orgânica e silenciosamente. Até mesmo o astronauta fica um pouco escanteado, minuciosamente disposto à margem de uma jornada tumultuada de valiosas descobertas.
Toy Story 4 mantém o padrão dos antecessores, nos últimos minutos sendo equivalente, no quesito emocional, ao predecessor imediato. É difícil segurar as lágrimas diante de decisões inevitáveis, de ritos que fazem parte da existência, seja a das pessoas ou mesmo a dos brinquedos animados, dispostos a tudo para permanecer unidos. 
Antes, porém, Woody reencontra uma velha amiga que indiretamente lhe aponta a possibilidade de uma rotina mais subjetiva, ainda que bastante motivada pela felicidade gerada nos petizes carentes de atenção e, quiçá, de um apoio para encarar melhor as novidades. A missão de juntar novamente Garfinho e Bonnie é uma desculpa para o roteiro desenhar esse amadurecimento tardio do cowboy altruísta, por certo também egoísta e prepotente em vários instantes, características que o aproximam da humanidade. A narrativa dinâmica contém sacadas, tanto visuais quanto verbalizadas, que tornam tudo isso bastante divertido.
Os grande alívios cômicos de Toy Story 4 são o coelho e o pato de pelúcia, literalmente grudados. Betty, a pastorinha utilizada num contexto imprescindível, bem como suas colegas ovelhas, a minúscula "policial" risonha e o dublê exibicionista completam a nova turma, nem melhor, tampouco pior, mas diferente. Uma das maiores sacadas do filme é a antagonista, a boneca que credita seu esquecimento ao fato de ter a caixa de voz quebrada. Ao lado dela, os asseclas, aterrorizantes bonecos de ventríloquo que se deslocam tropegamente criando pavor. 
Diferentemente de Toy Story 3, em que a iminência do adeus era fomentada em cada cena, com isso criando uma sensação permanente de melancolia, nesse filme as coisas acontecem menos mediadas pela inevitabilidade num primeiro plano, mas quando o desfecho surge, comovente e absolutamente coeso com o trajeto até ali, fica evidente que a Pixar conseguiu mais uma vez, ou seja, fez, da saga Toy Story um cativante veículo para falar das fases intrínsecas ao amadurecer, inclusive aquilo que temos de deixar para trás.
altas.


MELHORIAS EM SUA VIDA? VOCÊ PODE ESTAR VIVENDO UM DESPERTAR ESPIRITUAL, CONHEÇA OS SINAIS


O despertar espiritual acontece em nossas vidas e nos dá pequenos e sutis sinais. É um crescimento de espírito e de consciência que nos faz sermos pessoas melhores. Você pode perceber apenas um desses sinais, alguns deles ou até todos eles, depende muito de cada um. Veja os sinais mais comuns de um despertar espiritual.

7 SINAIS QUE VOCÊ ESTÁ VIVENDO UM DESPERTAR ESPIRITUAL


1- Maior preocupação com a sua alimentação e qualidade do sono
Se de uns tempos para cá, você começou a se preocupar mais com a sua alimentação, procura comer alimentos saudáveis, evitar processados e manter o peso em dia – isso pode significar uma expansão da sua consciência pelo seu bem-estar. A mesma coisa com o sono, nosso corpo precisa de descanso diário e efetivo,organizar os horários para dormir bem também são sinais de um despertar espiritual.
2- Afastamento de pessoas tóxicas que te fazem mal
or muito tempo mantemos pessoas tóxicas em nossa vida, que nos prejudicam, que nos fazem sentir mal. Quando vivenciamos um despertar espiritual, nosso corpo e nossa mente já não aceitam isso, e procuram se afastar de pessoas tóxicas.
3- Desejo de mudar para melhor aspectos importantes da sua vida
De repente você começa a pensar que poderia dar mais de si: em seu trabalho, em seus relacionamentos pessoais, em seu cuidado consigo mesmo. Você começa a querer pensar fora da caixa, ansiar por coisas melhores, novos (e melhores) cargos de trabalho, novas aventuras e viagens, voltar aos estudos, querer crescer como pessoa, ser mais do que somente mais um na multidão.
4- Maior sensibilidade e valorização dos seus sentimentos e também os sentimentos dos outros
Os sentimentos, que outrora eram negligenciados, agora começam a ter maior importância. Quando você começa a prestar mais atenção e dar mais valor aos seus sentimentos, automaticamente você se torna mais sensível também aos sentimentos dos outros. Isso traz maior sentimento de justiça, de honestidade, de compaixão pelo próximo.
5-Você passa a se sentir bem sozinho
Quando dizemos sozinho, não queremos dizer solteiro, ou na solidão. Você começa a gerir bem os sentimentos e curtir a sua própria companhia. Não há a necessidade de estar sempre ligado a alguém,  você passa a utilizar o seu tempo só para se conhecer, se cuidar, se explorar, se desenvolver como pessoa.
6- Apreciação do silêncio
O silêncio passa a ser um estado de consciência que você gosta, que você procura. Acaba aquela sensação de que você precisa de uma música, de um ruído, de uma fala para abafar os seus próprios pensamentos, agora você gosta dos seus pensamentos. Você passa a reconhecer o valor do silêncio como uma ocorrência singular.
7- Diminuição do medo
Sabe aquele medo que você sentia de algumas coisas? Tem sentido ele diminuir ou até mesmo desaparecer? Com o despertar espiritual passamos a ter mais consciência do medo que é racional e do que é irracional, nos fazendo passar por cima do medo que não nos acrescentam nada.  Passamos a ter mais vontade de vencer os medos.
Muitos são os sinais de um despertar espiritual, esses são apenas alguns deles. E você? Já viveu (ou está vivendo) um despertar espiritual?
Fonte:www.wemystic.com.br

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Tarô: O que é e como funciona






Grande parte das pessoas enxerga o Tarô como uma forma de adivinhação e leitura da sorte. Contudo, numa visão mais elaborada e atual, vemos o Tarô como uma abertura, um caminho para o crescimento pessoal através do conhecimento de nós mesmos e da vida.

O Tarô representa um sistema simbólico, cujas imagens mostram mais do que meros temas capazes de retratar uma época (como nos Tarôs clássicos), ou a visão pessoal de seus criadores (nos modernos). As imagens se estruturam em padrões de comportamento, que podemos entender como alicerces da nossa psiquê – os Arquétipos – segundo o psicólogo suíço Carl Gustav Jung.

A exata origem do Tarô permanece um mistério até hoje, apesar de seus 600 anos de história registrada. Já foi atribuída há vários povos antigos como egípcios, hebreus, ciganos, chineses, hindus mesmo que tenha sido criado para servir a diversão dos nobres.

O primeiro registro do aparecimento das cartas, data do final do século XIV e, a partir daí, temos uma evolução simbólica e literária. No início, as cartas só apresentavam imagens, sem qualquer tipo de numeração ou nominação. Só entre 1500 e 1650, começaram a ser vistos alguns Tarôs ora com números, ora com nomes. Somente, por volta de 1690, é que o Tarô, em toda a Europa, obtém sua estrutura de 78 cartas.

O Tarô é composto por 78 arcanos: 22 arcanos maiores e 56 arcanos menores. Os baralhos que fogem dessa estrutura clássica, não podem ser considerados Tarô. Usado de forma lúdica e oracular nos dias de hoje, assim como foi desde seu surgimento, é ferramenta de trabalho e objeto de coleção, apresentando inúmeras variações artísticas, representadas por uma quantidade enorme de belíssimos baralhos. Apesar de serem elaborados a partir de temas e traços diferentes, todos consistem no mesmo.


Como o Tarô pode me ajudar?
O Tarô consegue mergulhar fundo em nossa vida, em nossa alma, reconstruindo o nosso momento através da disposição de suas cartas, que funcionam como janelas ou telas. De maneira impessoal, as cartas irão desvendar as situações e as energias que estão presentes em nossas vidas.

O Tarô nos traz também, uma visão mais ampla, que irá proporcionar uma maior e melhor compreensão de nós mesmos, pois conseguiremos entender as situações que vivemos agora, de forma mais clara: conhecendo desde a raiz do problema (na sua origem), até os possíveis caminhos futuros e seus prováveis desfechos.

Toda essa informação nos ajudará a descobrir quem somos, como funcionamos e, também, irá nos guiar e orientar, para que possamos fazer as melhores escolhas, conduzindo nossa vida de forma positiva e evitando que venhamos a comprometer nossa felicidade.

O mais importante da consulta com o Tarô, é que ele sempre nos apresentará as possibilidades e as probabilidades dos acontecimentos, para que possamos, nós mesmos, decidir e assim, construir a nossa vida através do exercício do maior poder que Deus nos deu: o livre arbítrio. Portanto, o oráculo não vai decidir por você, pois isso é um dever e uma responsabilidade sua. Entretanto, você conseguirá entender melhor a situação e obter uma orientação de como deve se posicionar diante dos acontecimentos de sua vida.


Por Alex e Raquel
fonte:https://www.caminhosdotaro.com.br